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registra desrespeito da empresa aérea GOL
contra uma pessoa com deficiência.
Simplesmente lamentável a falta de profissionalismo dessa aeromoça.
Eis os trechos mais importantes da matéria:
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registra desrespeito da empresa aérea GOL
contra uma pessoa com deficiência.
Simplesmente lamentável a falta de profissionalismo dessa aeromoça.
Eis os trechos mais importantes da matéria:
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"Portadora de uma deficiência física
que lhe causa dificuldades motoras,
ela (uma passageira) foi destratada por uma comissária de bordo antes da decolagem
da aeronave com destino a São Paulo, no ano de 2007.
Os fatos narrados nos autos demonstram que a passageira,
Os fatos narrados nos autos demonstram que a passageira,
após acomodar-se em sua poltrona,
foi abordada de forma ríspida e em voz alta por uma comissária de bordo,
que exigiu que ela deixasse o recinto por não apresentar condições de viajar.
Em seguida, a funcionária da empresa teria acionado o interfone
para questionar à equipe de solo a razão de terem permitido
que uma “bêbada” entrasse na aeronave,
ato testemunhado por vários passageiros.
Parte deles confirmou todo o fato em juízo.
O magistrado, em sua sentença,
O magistrado, em sua sentença,
ressaltou que os depoimentos dos passageiros foram coerentes
e comprovaram a atitude imprópria da comissária de bordo
contra a passageira acometida de enfermidade
que a impossibilitou de se expressar de maneira inteligível.
“Por ser a aeromoça empregada de empresa
que presta serviço de relevância social,
deve estar preparada para enfrentar situações anômalas,
como na espécie, acautelando-se para dispensar tratamento digno
aos usuários daquele serviço. Logo, se assim não agiu,
lançando conclusão equivocada sobre
o verdadeiro estado físico da autora que, por sua vez,
foi percebido pelos demais passageiros,
proporcionou um desgaste à imagem e à honra da pessoa debilitada.
Neste ponto é que consiste a prática do ato ilícito civil”,
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